PASSOS PARA O SABER
sábado, 21 de maio de 2022
Resenhas críticas dos estudantes do oitavo ano A. Escola José Adriano de Andrade
Ler é algo que cativa cada vez mais crianças e adolescentes. E ler livros literàrios é mergulhar na magia dos encantamentos que só a leitura pode nos proporcionar, como visitar lugares que jamais estaremos lá, vivenciar épocas onde os reis faziam suas glórias e etc.
Dentro dos muitos gêneros textuais trabalhados na escola, destaco a resenha crítica. Na qual consiste em uma resumo crítico literáririo na qual um livro é meramente descrito ou analisado com base no conteúdo, estilo e mérito. Uma resenha crítica de livro pode ser uma fonte primária, peça de opinião ou resenha acadêmica.
quinta-feira, 31 de março de 2016
Dr. José Dantas Pinheiro, história e vida.
A casa de seus pais ficava na curva da estrada de Pilões que da acesso a cidade de São João do Rio do Peixe, a uns 400 metros da barragem. Se caso o primeiro projeto do açude de Pilões tivesse sido executado, o sangradouro teria sido exatamente na casa de seus pais.
Quando criança já trabalhava na lavoura, apanhado algodão, capinando, aguando arroz com bimbarra, pastoreando gado na represa da barragem de Pilões.
Sua primeira professora foi Antônia Pires Dantas, que era irmã de Dedé Benício. A escola funcionava na ruinha de Pilões. Com mais ou menos cinco ou seis anos de idade. Sua segunda professora foi Dona Iaiá, sogra de Manoel Macambira, do sítio Melancias. Está escola funcionava em uma das casas da Inspetor de Obras Contra as Secas. Os assentos eram simples; tamboretes e bancos. Já em 1940 foi aluno do Mestre Joaquim na escola particular de seus pais, no sítio Bezerro Amarrado. Em 1943 estudou com a professora Fideralina Batista de Aquino, no sítio Pilões. Em 1946 e todo o ano de 1947, estudou com a professora Maria Anita Pereira. Está escola funcionava em salão de propriedade do Major Senhor Alexandre. Está professora foi que o incentivou a prosseguir nos estudos. Assim em 1948 saiu de casa para estudar em São João do Rio do Peixe, tendo como professora particular Dona Soledade. Esta escola funcionou na casa onde mora a família de Adalto Maia. Nos anos de 1949 a 1952 foi fazer o curso ginasial na cidade de Cajazeiras no Salesiano Padre Rolim. Sendo que de 1953 a 1955 cursou o científico no Liceu Paraibano em João Pessoa.
Em 1961, finalmente ele conclui o curso de medicina com 31 anos de idade. Isso porque ele morava no sítio e só podia fazer o primeiro ginasial com 19 anos de idade, enquanto os estudantes da cidade faziam com 11 anos de idade.
Após a conclusão do curso ele se estabeleceu na sua cidade natal, par fazer o que ele mais gostava: servir. Onde atuou em varias cidade circunvizinhas. Entre elas Triunfo, Santa Helena, Uiraúna e Sousa ( onde foi médico do posto do INAMPS, por mais de 30 anos. Chegando a dirigir o Posto por um certo tempo).
Ele foi prefeito por duas ocasiões: de 1969 a 1972 e de 1978 a 1983. Ainda foi Deputado Estadual por quase 4 anos.
Hoje se encontra funcionando uma escola de Ensino Fundamental no centro da cidade, que carrega o seu nome.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Dia das bruxas ou simplesmente Halloween. Entenda porque?
Etimologia
O primeiro registro do termo "Halloween" é de cerca de 1745 anos. Derivou da contracção do termo escocês "Allhallow-eve" (véspera do Dia de Todos os Santos) que era a noite das bruxas. 5Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow Evening Hallowe'en Halloween. Rapidamente se conclui que o termo Dia das bruxas não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.
Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.
Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica
História
Um cartão comemorativo do Halloween.
A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:
Origem Pagã
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam ao ano novo celta. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para os cristãos seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era presididas pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.Origem Católica
Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III († 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e "All Hallow Een" até chegar à palavra atual "Halloween".Atualmente
Crianças com fantasias de dia das bruxas na Suécia.
Entre os elementos acrescidos, temos por exemplo o costume dos "disfarces", muito possivelmente nascido na França entre os séculos XIV e XV. Nessa época a Europa foi flagelada pela Peste Negra e a peste bubônica dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas representações artísticas que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade, algumas dessas representações eram conhecidas como danças da morte ou danças macabras.
Alguns fiéis, dotados de um espírito mais burlesco, costumavam adornar na véspera da festa de finados as paredes dos cemitérios com imagens do diabo puxando uma fila de pessoas para a tumba: papas, reis, damas, cavaleiros, monges, camponeses, leprosos, etc. (afinal, a morte não respeita ninguém). Também eram feitas representações cênicas, com pessoas disfarçadas de personalidades famosas e personificando inclusive a morte, à qual todos deveriam chegar.
Possivelmente, a tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat, "doce ou travessura"), teve origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos (1500-1700). Nesse período, os católicos ingleses foram privados dos seus direitos legais e não podiam exercer nenhum cargo público. Além disso, foram lhes infligidas multas, altos impostos e até mesmo a prisão. Celebrar a missa era passível da pena capital e centenas de sacerdotes foram martirizados. Produto dessa perseguição foi a tentativa de atentado contra o rei protestante Jorge I. O plano, conhecido como Gunpowder Plot ("Conspiração da pólvora"), era fazer explodir o Parlamento, matando o rei, e assim dar início a um levante dos católicos oprimidos. A trama foi descoberta em 5 de novembro de 1605, quando um católico converso chamado Guy Fawkes foi apanhado guardando pólvora na sua casa, tendo sido enforcado logo em seguida. Em pouco tempo a data converteu se numa grande festa na Inglaterra (que perdura até hoje): muitos protestantes a celebravam usando máscaras e visitando as casas dos católicos para exigir deles cerveja e pastéis, dizendo lhes: trick or treat (doce ou travessuras). Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de outubro, unindo a com a festa do Halloween, que havia sido introduzida no país pelos imigrantes irlandeses. Vemos, portanto, que a atual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa, onde hoje, por colonização cultural dos Estados Unidos, aparece o Halloween enquanto desaparecem as tradições locais.
Novos elementos do Halloween
A celebração do 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o caráter de celebração ocultista. Hollywood fornece vários filmes, entre os quais se destaca a série Halloween, na qual a violência plástica e os assassinatos acabam por criar no espectador um estado de angústia e ansiedade. Muitos desses filmes, apesar das restrições de exibição, acabam sendo vistos por crianças, gerando nelas o medo e uma idéia errônea da realidade. Porém, não existe ligação dessa festa com o mal. Na celebração atual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria. As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflete a realidade pagã.Nota
A lanterna vegetal chamada de "Jack-o'-lantern" em inglês, em Portugal chama-se coca e no Brasil existe um personagem de folclore chamado Cuca. Em Portugal, a Abóbora do Dia das Bruxas e é uma tradição ancestral.- Coca: papão; abóbora vazia (ou panela) com buracos representativos dos olhos e da boca com uma luz dentro, para causar medo, à noite.
- Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_bruxas
The degrees of comparison of adjectives. NONO ANO
Os Adjetivos, além de qualificar substantivos, também fazem comparações. Em inglês, os adjetivos possuem três graus de comparação: grau normal (beautiful), grau comparativo (as beautiful as, more beautiful than) e grau superlativo (the most beautiful). No Grau Normal, o adjetivo não sofre comparação; no Grau Comparativo, a comparação é feita entre dois substantivos e no Grau Superlativo a comparação é feita entre três substantivos ou mais:
GRAU COMPARATIVO:
1. As ... as (tão ... quanto) é usado em frases afirmativas e not so ... as ou not as ... as (não tão ... quanto), em frases negativas. Veja os exemplos abaixo:
John is as tall as Marcos.
João é tão alto quanto Marcos.
João é tão alto quanto Marcos.
She speaks French as well as the rest of us.
Ela fala Francês tão bem quanto nós.
Ela fala Francês tão bem quanto nós.
Alexander is not as fat as his father.
Alexandre não é tão gordo quanto seu pai.
Alexandre não é tão gordo quanto seu pai.
Cristina is not so tall as her sister.
Cristina não é tão alta quanto sua irmã.
Cristina não é tão alta quanto sua irmã.
2. More ... than (mais ... do que) e less ... than (menos ... do que) são usados para fazer o comparativo de adjetivos com mais de uma sílaba. Observe os exemplos abaixo:
| Julia is more beautiful than Roberta. Julia é mais bonita do que Roberta. John is more intelligent than Richard. João é mais inteligente do que Ricardo. She is less attractive than her friend. Ela é menos atraente do que sua amiga. |
GRAU SUPERLATIVO:
1. The most... (o/a mais ...) e the least ... (o/a menos ...) também são usados para fazer o superlativo de adjetivos com mais de uma sílaba. Veja os exemplos abaixo:
Julia is the most intelligent girl of my classroom.
Julia é a menina mais inteligente da minha sala de aula.
Julia é a menina mais inteligente da minha sala de aula.
This is the most beautiful picture I've ever seen.
Este é o quadro mais bonito que já vi.
Este é o quadro mais bonito que já vi.
This is the place least attractive I've ever been.
Este é lugar menos atraente que já estive.
Este é lugar menos atraente que já estive.
- Os Adjetivos que possuem uma sílaba e os que são dissílabos terminados em -le, -ow e -er formam o comparativo com o acréscimo de -er ao grau normal e de -est para formar o superlativo. Veja os exemplos abaixo:
Adjetivo
|
Comparativo de Superioridade
|
Superlativo
|
tall
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taller (than)
|
(the) tallest
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narrow
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narrower (than)
|
(the) narrowest
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large
|
larger (than)
|
(the) largest
|
great
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greater (than)
|
(the) greatest
|
light
|
lighter (than)
|
(the) lightest
|
small
|
smaller (than)
|
(the) smallest
|
long
|
longer (than)
|
(the) longest
|
old
|
older (than)
|
(the) oldest
|
easy
|
easier (than)
|
(the) easiest
|
sunny
|
sunnier (than)
|
(the) sunniest
|
rainy
|
rainier (than)
|
(the) rainiest
|
poor
|
poorer (than)
|
(the) poorest
|
rich
|
richer (than)
|
(the) richest
|
low
|
lower (than)
|
(the) lowest
|
high
|
higher (than)
|
(the) highest
|
funny
|
funnier (than)
|
(the) funniest
|
busy
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busier (than)
|
(the) busiest
|
weak
|
weaker (than)
|
(the) weakest
|
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